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DEPRESSÃO: COMO O PET PODE SALVAR AS NOSSAS VIDAS

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DEPRESSÃO: COMO O PET PODE SALVAR AS NOSSAS VIDAS

Cafelândia (São Paulo)

Você já deve ter ouvido muito por aí que a depressão “é o mal do século”, não é verdade? De fato, dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) comprovam tal realidade.

Nos últimos 10 anos, foram diagnosticadas 322 milhões de pessoas com a doença. Até 2020, deve ser a mais incapacitante enfermidade do planeta. No Brasil, quase 6% da população sofre com a doença, o quinto país com maior índice no mundo e recordista na América Latina.

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CRISES

Casos leves podem ser monitorados sem medicamentos, mas, em sua maioria, são necessários o acompanhamento de um psiquiatra e a consequente medicação. Só que há muita gente que vem trocando o remédio por um bom e fiel animal de estimação.

A companhia do pet mostra-se uma terapia maravilhosa que pode ajudar a superar toda a angústia. Paola Ottoboni, por exemplo, se apoiou em Pandora, uma Poodle, quando enfrentava a crise do primeiro casamento.

“Descobri uma traição em menos de três meses de casamento. Meu mundo desabou. Saí de casa, voltei para Rio Preto e passei um mês trancada, sem falar com ninguém. Até que meu pai, um dia, me deu uma cachorrinha”, lembra a professora de Artes.

A companhia de Pandora no dia a dia e sua lealdade fizeram com que Paola evoluísse do quadro depressivo. A rotina de cuidados com sua cadela proporcionou motivos de sobra para a dona se sentir mais do que importante.

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“Tinha necessidade de cuidar de alguém. Levava ela para passear, ao pet shop, essas coisas. Quando chegava em casa, era só festa. Se não fosse ela, essa ligação tão forte, eu não sei se teria saído desse quadro”, confirma Paola.

Hoje a professora não tem mais sua “primogênita”, que faleceu em 2014, mas está livre da depressão e é mãe de dois filhos do atual casamento. Na verdade, pode-se dizer que tem seis bebês, já que agora abriga também os caninos Aquiles, filhote de Pandora, Margot, Thor e o caçula Banzé em sua casa em São José do Rio Preto (SP).

SALVAÇÃO

Às vezes a importância dos pets pode ultrapassar os limites da depressão. É o caso de Karen Passos de Souza, que escapou de uma tragédia graças à Alba, sua simpática Cocker.

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“No ano passado, eu estava ‘capotada’ numa noite pelo efeito do medicamento para depressão e meu aquecedor incendiou no quarto. De tanto a Alba latir e pular em cima de mim desesperada, eu consegui abrir o olho e pegar uma toalha para apagar o fogo”, recorda a lojista rio-pretense de 27 anos.

“No momento em que mais precisei, ela estava do meu lado. A Alba foi muito importante para a minha recuperação”, emenda Karen, que hoje vive com a Cocker em seu lar.

EXTREMO

Na sua forma mais grave, a depressão pode também levar ao suicídio. A OMS informa que cerca de 800 mil pessoas tentam tirar a própria vida anualmente. Daniel Pellegrino quase entrou na estatística após a morte do pai, mas coube a Marley trazer de volta a autoestima do rapaz que mora hoje em Ottawa, no Canadá.

“Em 2014, meu pai foi para a Itália e acabou sendo assassinado. Tentei suicídio três vezes após o fato, mas o Marley, o cachorro mais incontrolável, mais desobediente, mais imperativo do mundo me trouxe alegria. Somos dois bagunceiros juntos”, brinca Pellegrino, de 35 anos, sobre seu Pitbull.

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Até o remédio para a depressão foi trocado pelas lambidas do amigão. Era tudo que Pellegrino precisava para se sentir um novo homem. “A princípio pensei até em devolvê-lo porque não tinha muita paciência, mas ele foi me levando, levando... quando percebi, não precisava mais tomar medicamento de tão distraído que estava com ele.”

COMPROVADO

Para quem ainda duvida do quão importante é o animal para o ser humano no tratamento de graves doenças, um estudo recente em Portugal corrobora a hipótese.

Em 2018, psiquiatras da Clínica Médico-Psiquiatra da Ordem, de Porto, fizeram uma experiência com 80 pacientes que apresentavam grau elevado de depressão – metade deles recebeu a companhia de um animalzinho. De forma unânime, essa parcela mostrou melhoras significativas em seu quadro. A outra metade, por sua vez, continuou “estagnada”.

Dos pacientes com pets, 1/3 já não demonstrava sintomas de depressão após três meses. A pesquisa foi publicada e está disponível na íntegra na revista científica Journal of Psychiatric Research.

REFERÊNCIAS:

U.S. National Library Of Medicine
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/30025233

OMS
https://www.who.int/eportuguese/countries/bra/pt/

Organização Pan-Americana de Saúde
https://www.paho.org/bra.../index.php?option=com_content&view=article&id=5635:folha-informativa-depressao&Itemid=822



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